December 2009
Monthly Archive
Tue 29 Dec 2009
Postado por Administrador
Curiosidades Sem comentarios
Na maioria das vezes, a "gestação" de um rio começa com as chuvas em regiões montanhosas. As águas podem correr pela superfície ou infiltrar-se nosolo. Outra possibilidade é ele nascer após o degelo da neve do cume de montanhas. As águas penetram perpendicularmente no solo, através de espaços vazios entre as rochas, até encontrar um extrato de rocha impermeável. Aí se forma o lençol freático, espécie de rio subterrâneo que pode estar a dezenas de metros de profundidade. O lençol freático flui subterraneamente, acompanhando o desenho do relevo, do local mais alto para o mais baixo. Com o tempo, porém, alguns pontos da superfície ficam tão desgastados pela erosãoque acabam permitindo o brotamento das águas subterrâneas. É quando surge a nascente do rio. Acidentes geológicos, como terremotos, também podem fazer o lençol aflorar na superfície, dando origem a um manancial, o chamado olho d’água. No percurso rumo ao mar, o curso d’água encontra todo tipo de terreno. Quando passa por áreas mais íngremes, torna-se uma baita corredeira e segue cavando suas margens ao desgastar o solo ao redor. Nesses trechos, ele é chamado de rio juvenil. Em solos menos inclinados, o "bicho amansa" e flui ao longo de meandros, que o rio vai formando enquanto erode uma margem e deposita sedimentos na outra. Quando erosão e sedimentação se equilibram, orio é chamado de maduro. Se não quiser ficar pelo caminho – como no caso dos riachos temporários, que têm o leito completamente seco em algumas épocas do ano –, um rio de respeito também precisa se hidratar. Isso ocorre nos vários momentos em que ele recebe as águas de rios menores, que se tornam seus afluentes. Também rolam as horas de calmaria total, em que o rio quase não desgasta suas bordas, fluindo preguiçosamente enquanto deposita sedimentos por onde passa. Nessas áreas, ele acaba formando vales largos e extensas planícies, sendo chamado de senil. Apesar do nome – juvenil, maduro e senil –, as fases do rio não têm a ver com idade, mas com o modo de fluir. Por exemplo, se ele vem na boa, num planalto, e encontra um degrau, passa de senil a juvenil de uma vez, despencando numa cachoeira. Seja como for, vencidos os obstáculos, o rio finalmente desemboca no mar, doce mar.
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Tue 29 Dec 2009
Postado por Administrador
Curiosidades Sem comentarios
Não. Pelo menos não com as bebidas "normais" que a gente encontra por aí. Apesar de o álcool consumível ser do mesmo tipo do utilizado como combustível (o etanol), ele aparece numa concentração bem menor nas bebidas – o chamado teor alcoólico. No Brasil, o álcool vendido nos postos tem que ter pelo menos 92,6% de etanol. Nenhum goró vendido comercialmente no país chega nem perto dessa concentração. Com teores alcoólicos na faixa dos 40%, bebidas como pinga, vodca e uísque têm mais água do que etanol em sua fórmula. E é justamente esse excesso de água que impede a combustão das bebidas nos pistões do motor. Por isso, o carro nem dá partida. Somente alguns gorós muito especiais – e praticamente "imbebíveis" – seriam capazes de fazer um possante andar. Nos EUA, existe uma bebida, Everclear, com impressionantes 95% de teor alcoólico. E a destilaria escocesa Bruichladdich produziu um uísque especial com 90% de teor alcoólico. Aí o motor pode até aguentar, mas o fígado… : – (
CARRO BATIZADO
Para rodar com pinga, veículo precisaria ter megatanque e destilador
- As bebidas têm teor alcoólico bem abaixo dos 92% do álcool do posto e renderiam pouco como combustível. Por isso, a primeira adaptação necessária para um carro rodar com pinga, por exemplo, seria ter um tanque 2,5 vezes maior.
- A bebida tem muita água, por isso ela não entraria facilmente em combustão no motor. A saída seria aumentar a concentração de álcool. Um destilador aqueceria a bebida até o etanol virar vapor, separando-se da água.
- A água e outras substâncias diluídas que sobrariam na base do destilador poderiam ser eliminadas por um sistema de canos, uma espécie de escapamento para líquidos. O problema é que o bebum-móvel andaria por aí molhando a rua… Já o vapor de etanol destilado precisaria ser resfriado em um condensador para voltar à forma líquida. Só aí, com o combustível condensado, é que ele poderia seguir para os pistões, que são o coração do motor de umcarro.
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Tue 29 Dec 2009
Postado por Administrador
Curiosidades Sem comentarios
por Yuri Vasconcelos
Por causa das intensidades variadas da vibração causada pelo peido ao passar pelas membranas do ânus. Dependendo da velocidade com que o gás for expulso e da contração dos esfíncteres (válvulas que controlam o abre-e-fecha do ânus), o pum será barulhento ou silencioso. A seguir, prepare o balão de oxigênio e confira outras curiosidades sobre esses malafamados gases.
SÍNDROME DE CORNETEIRO
Peido sonoro é fruto de alta pressão gasosa aliada à contração do fiofó
Os gases se acumulam no final do intestino, pouco antes do ânus, que é uma espécie de anel, com duas válvulas (esfíncteres): a interna se abre involuntariamente; a externa dá para controlar e abrir aos poucos. A velocidade de expulsão da ventania depende sobretudo do volume de gás e da pressão exercida por ele: mais pressão, maior velocidade. Com o esfíncter externo contraído, o peido, que está saindo a toda, gera uma barulhenta vibração dessa membrana ao sair do fiofó. Com o esfíncter relaxado, o traque sai na boa, sem emitir nenhum ruído.
HAJA NARIZ!
Outras podreiras que você precisa saber sobre os "rojões"
É POSSÍVEL GERAR ENERGIA COM O FLATO?
Em tese, sim, pois cerca de 10% do pum é feito de metano, que é inflamável. Mas, para isso, seria preciso superar vários obstáculos, como a invenção de um dispositivo que coletasse os gases diretamente da fonte. Seja como for, veja abaixo como você se sairia no posto de “fábrica de peidos”.
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